O seu navegador necessita de suporte Javascript para esta funcionalidade. Museu Nacional do Azulejo - Peças em destaque
24 de Janeiro de 2021
Utilize as teclas de atalho Alt+2 para navegar para a área de pesquisa do sítio web.
Utilize as teclas de atalho Alt+1 para navegar para a área de conteúdos do sítio web.

Peças em destaque

Retábulo de Nossa Senhora da Vida



Retábulo de Nossa Senhora da Vida
Lisboa,Marçal de Matos, c.1580
Faiança policroma
500 x 465 cm
Proveniente da antiga Igreja de Santo André, Capela de Nossa Senhora da Vida, Lisboa
MNAz Invº 138
© IMC/DDF

No gosto pela monumentalidade, na capacidade de articulação com as arquitecturas, transformando os espaço, e na liberdade expressiva com que o pintor interpretou modelos eruditos internacionais, o painel de Nossa Senhora da Vida é paradigmático da azulejaria portuguesa, reunindo as principais características identitárias que esta irá desenvolver nos anos subsequentes, e desde logo no decorrer do século XVII.
Sala 4 


Frontal de altar tripartido

Frontal de altar tripartido
Lisboa, meados do século XVII
Faiança policroma
92 x 176 cm
Proveniente de convento carmelita, região de Coimbra
MNAz Invº Deposito do Museu Nacional Machado de Castro
 © IMC/DDF

O gosto pelo exótico, presente na azulejaria portuguesa ao longo do tempo, teve no século XVII, época de contacto com culturas distantes através das viagens marítimas, um momento de apogeu, materializando-se, sobretudo, nos frontais de altar inspirados em tecidos vindos da Índia, as Chitas.
Sala 7 


/Data/ContentImages/leopardo.jpg
Caça ao Leopardo
Lisboa, 3º quartel do século XVII
Faiança policroma
150 x 189,5 cm
Proveniente da Quinta de Santo António da Cadriceira, Turcifal, Torres Vedras
MNAz invº 137
© IMC/DDF

O Painel representando uma Caça ao Leopardo reflecte, de forma eloquente, o contacto dos portugueses com povos longínquos, e exemplifica os imaginativos processos de trabalho, a partir de gravuras internacionais, seguidos pelos pintores de azulejo em Portugal.
Sala 10


Silhar monumental de escadaria


Silhar monumental de escadaria
Lisboa, c. 1640
Faiança policroma
396 x 327 cm
Proveniente do antigo convento de S. Bento da Saúde, em Lisboa, actual Assembleia da República
MNAz Invº 1700
© IMC/DDF

Os azulejos de grotesco constituem uma das mais significativas manifestações do gosto maneirista na azulejaria portuguesa do século XVII.
A preocupação de ajustamento aos espaços arquitectónicos a revestir tem, na série a que pertence esta painel para uma escadaria, uma inventiva expressão na forma em losango dos azulejos.
Sala 9



A Lição de Dança





A Lição de Dança

Holanda, Willem van der Kloet
1707
Faiança azul e branca
170 x 400 cm
Proveniente do Palácio Galvão Mexia, Lisboa
MNAz Invº 1680
© IMC/DDF

A superioridade técnica dos azulejos produzidos na Holanda e a pintura a azul sobre branco, conotada com o prestígio da porcelana da China, conduziram, entre 1690 e 1715, à encomenda de peças a oficinas holandesas.
Willem van der Kloet, autor do painel A Lição de Dança, ou Jan van Oort, que executou os painéis da Igreja da Madre de Deus, são dois exemplos qualificados das opções estéticas da clientela portuguesa coeva.
Sala 11


Senhora ao Toucador Senhora ao Toucador
Lisboa, 2º quartel do séc. XVIII
Atribuido a P.M.P.
Faiança azul e branca
1720 x 1730
Proveniente da Quinta das Portas de Ferro, Camarate, Lisboa
MNAz Invº 6341
© IMC/DDF

O painel Senhora ao Toucador, da autoria do mestre P.M.P, revela a preferência deste pintor, até hoje não identificado, por cenas galantes, reveladoras do quotidiano da Nobreza. Ilustrando a cuidada preparação estética de uma dama nobre, este painel reflecte, certamente, os costumes dos utilizadores do espaço em que se encontrava aplicado. 
Sala do Grande Panorama de Lisboa


História do Chapeleiro
História do Chapeleiro

Lisboa, 1º quartel do século XIX
Faiança policroma
83 x 116 cm
Proveniente da Quinta do Chapeleiro, Póvoa de Santo Adrião
MNAz Invº 227a, b, c, d, e ,f, g
© IMC/DDF

História do Chapeleiro
O conjunto de sete painéis alusivo à História do Chapeleiro António Joaquim Carneiro é paradigmático de um novo período da azulejaria portuguesa, marcado pela ascensão da burguesia.
A partir de finais do século XVIII, a Nobreza e a Igreja deixam de ter o exclusivo da encomenda de azulejos, disso sendo paradigma esta história da ascensão social de um rapaz pobre.
Sala 13


Vaso florido










Vaso florido

Lisboa, Luís António Ferreira, "Ferreira das Tabuletas"
c.1860
Faiança
135 x 81 cm
Proveniente do jardim de residência na Rua Nova da Trindade, Lisboa
MNAz Invº 5930
© IMC/DDF

Exemplo do eclectismo romântico na azulejaria, associando elementos naturalistas a neoclássicos, este vaso florido, secção de um painel de maiores dimensões, foi realizado por Luís António Ferreira, conhecido como Ferreira das Tabuletas para o jardim de um rico comerciante galego, residente em Lisboa.
Sala 14


Lisbonne au mille couleurs
Lisbonne au mille couleurs

Paolo Ferreira (1911-1999)
1992
Majólica policroma
224 x 225 cm
Réplica de secção do revestimento do Pavilhão de Portugal na Exposição Internacional de Paris, 1937
Oferta da Fundação Calouste Gulbenkian
MNAz Invº 5928
© IMC/DDF

No contexto da política seguida pelo Estado Novo nas décadas de 1930 e 1940, o azulejo voltou a desempenhar um importante papel como dinamizador de arquitecturas, sendo também utilizado como importante veículo difusor de valores e temas nacionais.
Este painel, exemplo modernista desta corrente, constitui uma réplica realizada pelo próprio autor, Paolo Ferreira, de um original encomendado para o Pavilhão de Portugal da Exposição Internacional de Paris, de 1937, projecto do arquitecto Francisco Keil do Amaral.
Sala 15


A Sombra

A Sombra

Fernanda Fragateiro n.1962
2000
Lisboa, Oficina do Castelo
Faiança azul
198 x 198 cm
Oferta do Autor
MNAz Invº 7034
© IMC/DDF

Realizado para a Expo’98, uma das mais importantes obras públicas do final do século XX, geradora de múltiplas encomendas em azulejo, este painel é uma réplica do original, da autoria de Fernanda Fragateiro, que integra um conjunto concebido para o Jardim das Ondas e o Jardim da Água.
Pretende-se simular uma grande alga, representação estreitamente associada ao tema do jardim e, sobretudo, ao grande mote da Exposição, os Oceanos.
Sala 15


  • Recomende este sítio web