O seu navegador necessita de suporte Javascript para esta funcionalidade. <h5><h3><h4>Museu Nacional do Azulejo (National Tile Museum)<br />Rua da Madre de Deus, nº 4 | 1900-312 Lisboa<br />Telf: (+351) 218 100 340  | Fax: (+351) 218 100 369  <br />e-mail: <a href="mailto:geral@mnazulejo.dgpc.pt">geral@mnazulejo.dgpc.pt</a>   <br /><br /><a href="https://www.facebook.com/pages/Museu-Nacional-do-Azulejo/179906992042145" target="_blank"><img width="284" height="287" style="WIDTH: 33px; HEIGHT: 36px" border="0" src="/Data/ContentImages/fb_icon_325x325.jpg" /></a></h4></h3></h5> - História
23 de Outubro de 2017
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História

O Museu Nacional do Azulejo é um dos mais importantes museus nacionais, pela sua colecção singular, o Azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa, e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Mosteiro da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor (1458-1525).



De anexo da Casa Pia a anexo do Museu Nacional de Arte Antiga


Após as intervenções de José Maria Nepomuceno e de Liberato Telles, os edifícios do Convento e Igreja da Madre de Deus foram sendo objecto de inúmeras reparações e alteração dos espaços sempre como parte integrante do Asilo D. Maria Pia. Para o local foram sendo conduzidos e armazenados painéis de azulejo, provenientes de outros locais, que inicialmente se destinavam à decoração do interior do edifício, mas que acabaram por ali permanecer guardados em caixotes.

Surgiu, então a hipótese de colocar sob a tutela do Museu Nacional de Arte Antiga diversos monumentos, a fim de poder ser feita a sua salvaguarda patrimonial, ficando estabelecido, numa carta do seu director João Couto datada de 15 de Dezembro de 1954, que a Igreja e dependências da Madre de Deus, em Xabregas, deveriam ser consideradas como anexos do Museu Nacional de Arte Antiga.



Os 500 anos do nascimento da Rainha D. Leonor

Com o objectivo de realizar uma exposição comemorativa dos 500 anos do nascimento da Rainha D, Leonor a Fundação Calouste Gulbenkian custeou as despesas com grandes obras de restauro, designadamente, no claustro e pinturas, da Igreja da Madre de Deus.

No ano de 1957 iniciaram-se os trabalhos preparatórios tendo-se considerado dever classificar todo o conjunto como Monumento Nacional, e por despacho ministerial de homologação no dia 12 de Novembro de 1957, ficou determinado a sua integração no Museu Nacional de Arte Antiga através de orientações políticas específicas de salvaguarda patrimonial.
 
Quando, no dia 7 de Janeiro de 1958, a exposição terminou, os edifícios foram entregues à tutela daquele museu, tendo sido logo levantada a questão de aproveitamento dos espaços para a instalação de um Museu do Azulejo.



Um museu de azulejos

Procedeu-se à transferência dos azulejos para a Madre de Deus, tendo-se ocupado da montagem e organização o Engenheiro João Miguel dos Santos Simões, vogal efectivo da Academia Nacional de Belas Artes, responsável pela Brigada de Estudos de Azulejaria da Fundação Calouste Gulbenkian e conservador-ajudante do Museu Nacional de Arte Antiga.

Em 1965, o Director–Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, concluindo que iria estudar a possibilidade de abrir o Museu ao público, na parte dada como montada, considerou indispensável criar determinadas condições para as sua concretização.

Numa informação datada de 12 de Dezembro de 1967, Santos Simões refere-se à exposição, ocorrida a 30 de Setembro, sobre o Museu do Azulejo, informando que ainda que este possa ser aberto ao público, tal como se encontra, conviria que se abreviassem os trabalhos de pequenas reparações e acabamentos.

 João Miguel dos Santos Simões

No dia 3 de Fevereiro de 1971, Santos Simões, numa carta dirigida à directora do Museu Nacional de Arte Antiga, solicita a necessidade de haver uma reunião urgente entre todas as instituições intervenientes no Convento da Madre de Deus/Museu do Azulejo, de forma a ser revisto o problema da sua imperiosa inauguração. De modo a continuar as tarefas iniciadas por Santos Simões, Rafael Salinas Calado, foi convidado, em 1973, por Maria José Mendonça para se ocupar da Secção de Cerâmica do Museu Nacional de Arte Antiga, localizada desde 1959 no antigo Convento da Madre de Deus.

O Decreto-Lei nº 404/80, de 26 de Setembro, concedeu ao Museu do Azulejo a emancipação, tornando-o Nacional e autonomizando-o em relação ao Museu Nacional de Arte Antiga, do qual constituía um anexo desde 18 de Dezembro de 1965.

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