Tomás e Tobias, os Cães da Quinta


Tomás e Tobias, os cães da Quinta, foram acolhidos a mando de Fulgêncio depois de terem sido ali deixados um dia, mal tinham acabado de nascer.

Atentos, farejam as fragrâncias do campo que entram pelo portão. Ladram assim que ouvem Agostinho que passa gritando um refrão, seguido da sombra do bicho.

No caminho por onde seguem, há arvores frondosas e outras quase despidas, folhas espalhadas e galhos que estalam e balouçam na quietude da manhã.



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