As Colecções do Museu Nacional do Azulejo são extensas e não se esgotam na Cerâmica de aplicação parietal, no centro da qual está o Azulejo, existindo núcleos de Cerâmica principalmente do século XIX e XX, de produção industrial e de criação de autor, nacional e internacional, que não são mostradas em permanência devido ao pouco espaço disponível no edifício.
Com a mudança do Panorama de Lisboa para a sala do 2º andar, expõe-se agora no primeiro piso do Claustro um relevo parietal, um díptico e esculturas cerâmicas de quatro autores internacionais de referência na Cerâmica contemporânea, Betty Woodman, Cris Gustin, Barney Bartlet e Arnold Zimmerman, algumas das quais são depósito da colecção do AR.CO.
Fica enriquecida a visita ao Museu, num contraste entre produção antiga e contemporânea, propondo-se assim o contacto com outras realidades artísticas de que a Cerâmica é o suporte material.