Este ano assinalam-se os 500 anos dos contactos luso-chineses, com o desembarque de Jorge Álvares no sul da China, em 1513.
Em Portugal, porta de entrada preferencial no Ocidente do que chegava da China, o azulejo e a faiança assimilaram ecos da porcelana e dos têxteis produzidos no outro lado do mundo.
Mais tarde, e fruto do fenómeno da Chinoiserie, que se estendeu por toda a Europa, a reinvenção da China deu origem à criação de uma série de objectos que pretendiam retratar um quotidiano longínquo.
É o testemunho desta moda que pode agora ser visto através de um conjunto de 75 peças provenientes do acervo do MNAz, de outras instituições e de colecções particulares.

Exposição comissariada por Alexandra Curvelo